segunda-feira, 20 de junho de 2016

"Robôs jornalistas" não podem substituir verdadeiros jornalistas

Robôs redatores que permitem publicar de maneira rápida um grande volume de textos com o objetivo de aumentar a audiência de um site e posicionar melhor a página nos buscadores, começam a chegar nas redações dos principais jornais do mundo, como o francês "Le Monde". Esses "robôs jornalistas" são redatores automatizados que transformam dados em textos, mediante programas informáticos que são alimentados por um humano, para que eles gerem automaticamente a informação. 

É uma inovação polêmica, pois ao mesmo tempo em que as empresas noticiosas lutam para figurar no topo das pesquisas do Google, a fim de aumentar a audiência, fisgando o internauta que realiza a busca, há o tabu relacionado à retirada das vagas de trabalho de jornalistas, em detrimento desses artefatos informatizados. A representante da empresa Syllabs (que oferece esse serviço na França)Helena Blancafort, garante que "os robôs não tirariam o trabalho dos jornalistas" pois a técnica pode ser usada em informações que não necessitam de muita análise e se nutrem principalmente de dados, como os resultados de eleições ou de eventos esportivos.

Além disso, pesquisas mostram que os leitores não se sentem confortáveis em eles matérias apenas compostas de dados, sem nenhum tipo de análises e correlações que só jornalistas antenados são capazes de elaborar.  Também sabemos que robôs não possuem "faro" para o jornalismo investigativo, não têm discernimento nem saber apurar a informação com várias fontes. 

Com informações de UOL Economia


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