domingo, 24 de julho de 2011

Candidatos são rastreados antes de possível contratação

Valendo-se das várias ferramentas de buscas, organizações montam dossiês de futuros colaboradores com informações publicadas na web

Sim, é como tenho dito: as empresas "googlam" candidatos aos seus quadros. Fazem averiguações no Google e LinkedIn  recorrem a históricos policiais e de crédito e observam os logs das mídias sociais. Até já existe empresa especializada em rastrear o passado e hábitos em canais de mídias sociais de potenciais colaboradores.

Uma dessas empresas, segundo texto publicado pelo New Yrok Times é a Social Intelligence, que realiza buscas na internet sobre tudo o que os futuros contratados possam ter dito ou feito on-line nos últimos sete anos. Usando dados obtidos obtidos de plataformas sociais como Facebook, Twitter e MySpace além de comentários em blogs ou posts em sites menores, como Tumblr e Yahoo Group, monta-se dossiês contendo indícios de declarações racistas; referências a drogas; fotos, textos ou vídeos sexualmente explícitos; exibição flagrante de armas ou bombas; e atividades violentas de clara identificação. 

A atividade não é ilegal, pois é a simples coleta de informações disponíveis publicamente. Portanto, é mais do que necessário ficar atento para o que se publica em blogs e redes sociais.  Qualquer deslize pode custar aquele tão sonhado emprego, pois nos EUA, 75% dos profissionais de recursos humanos têm instruções de suas empresas para realizar pesquisas on line sobre os candidatos. E 70% dos profissionais de recursos humanos disseram já ter rejeitado candidato devido a dados obtidos on-line.

Todo cuidado é pouco!


Com informações da Folha de SP

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