segunda-feira, 6 de junho de 2011

O uso consciente das mídias sociais no trabalho



Apesar de não haver uma legislação específica para normatizar o conteúdo publicado nas plataformas de mídias sociais, a legislação comum aplica-se, automaticamente, aos excessos que podem ser cometidos nesses ambientes.

Desse modo, se um empregado publica, em alguma rede social, informações que causem prejuízos à organização – perda de clientes, não efetivação de um contrato, veto para participar de uma concorrência pública e etc... – e também, se posta mensagem caluniosa, poderá responder civilmente pela reparação do dano, poderá responder criminalmente pelo delito e ter o contrato de trabalho rescindido por justa causa, aplicando-se, respectivamente, o Código Civil, o Código Penal e a Consolidação das Leis do Trabalho.

Além disso, o empregador pode fiscalizar, durante o horário de trabalho os sites acessados pelos empregados, já que o computador é um isntrumento de trabalho fornecido pela empresa e nada impede que o empregador bloqueie o acesso a determinados sites. Também pode haver limites ao acesso às redes sociais no ambiente de trabalho.  Mas passando daí....

As empresas também podem exigir de seus empregados um comportamento adequado tanto no mundo real como no virtual. Se de um lado o empregador pode exercer o poder de gerência, impedindo, limitando e/ou fiscalizando o acesso de seus empregados às redes sociais e à internet como um todo, de outro lado a tecnologia está à disposição e deve ser empregada em toda a sua dimensão, prestando-se como verdadeiro instrumento facilitador da informação. Como então buscar o equilíbrio? A resposta é fácil: Ética! Respeito! Bom senso!

 Com informações do HSM

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