sexta-feira, 27 de maio de 2011

É necessária uma regulamentação para as mídias sociais?

Particularmente, não acho necessária a criação de um código de regras sobre o que pode ou não ser dito pelos profissionais nos vários sites de mídias sociais.  Conhecer a cultura da organização em que trabalha e cultivar uma ética pessoal saudável – deixando de lado, o velho hábito da 'fofoca' e falar mal de tudo e todo mundo, deve ser a regra do profissional que não quer 'se queimar' no mercado.

Se tais práticas  fiserem parte do comportamento do indivíduo, elas também acompanharão o profissional numa reunião, num restaurante, no toilete, no corredor do cafezinho, numa festa e, consequentemente, nas várias plataformas sociais da Internet.

Entretanto, há quem defenda "uma regulamentação, algo necessário, para os colaboradores saber o que pode e o que não pode ser feito na vida virtual", entende a diretora da Consultoria Bites, agência especializada em comunicação digital Erika Dias.  E a justificativa apresentada são as várais demissões de "quem falou demais" e entrou em choque com a política da empreaa para qual trabalhava ou cometou uma grande gafe.

Por isso, muitas organizações já anunciaram manuais próprios de condutas para os seus colaboradores  poderem navegar nas plataforma sem sofrer retaliação, como os Grupos Abril e Globo.  Longe de ser censura ou mordaça, o profissional "tem que saber que carrega o nome da marca. Muita gente parece achar que o que acontece na internet não é real. A vida digital é verdadeira", acrescenta a especialista.

Eu porém, acho que tudo isso está muito longe de ser um atentado à liberdade de expressão, mas sim, uma questão de princípios internos, que fazem uma pessoa pensar e "vigiar as saídas do coração", antes de falar/teclar.

Com informações do Comunique-se 

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