quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Oito previsões para 2011

Diante dos últimos avanços do mundo digital e da relação entre os indivídios na sociedade, especialistas arriscam as seguintes previsões para 'o ano que vai nascer': 

1- O começo do fim do Orkut
Em 2011, vamos começar a assistir o começo do êxodo dos usuários do Orkut para o Facebook. À medida que a plataforma de Zuckerberg avança no mundo, paralelo à crescente inclusão do Brasil em campanhas de marcas globais, mais consumidores se registarão na 'rede social'...

2- A ascensão do atendimento ao consumidor nas redes sociais
 No início dessa nova década milhões de brasileiros vão reclamar do banco, da companhia de telefone, do supermercado e de tantos outros serviços nas redes sociais, mas a diferença é que no ano que vem muito mais empresas estarão “lá” para ouvi-los e atendê-los.

3- Marcas anunciam para os brasileiros no Twitter
Provavelmente já no segundo trimestre de 2011, agências brasileiras terão um novo desafio: criar microanúncios para o microblog que mais cresce no mundo. O Twitter ainda não revelou todos os detalhes de sua oferta de venda de publicidade. Entretanto, já se sabe que para cadastrar potenciais anunciantes, dois formatos estarão disponíveis: tweets patrocinados e trends patrocinados.

4- Websites institucionais serão irrelevantes
Com a migração das empresas para as redes sociais, os sites corporativos e de produtos se tornarão cada vez mais irrelevantes e as estratégias on line estarão conentradas em redes sociais mais populares – como Twitter e Facebook. A migração tornará mais fácil mensurar as estratégias digitais, mas em contrapartida as empresas precisarão estar mais dispostas ao diálogo. Caso contrário, crises nestes ambientes fechados serão mais frequentes.

5- Insights em real time
Relatórios longos, de produção demorada e com periodicidades muito longas ficarão ultrapassados. A pesquisa precisará acompanhar o timing das redes sociais para entregar insights cada vez mais pontuais.  As redes sociais vão produzir um novo tipo de analista de mercado que precisará usar software que entregue insights em tempo real, como o e.life TweetMeter, por exemplo.

6-Foco maior no pré-compra
As empresas irão prestar mais atenção no comportamento de compra dos consumidores nas redes sociais, mapeando a intenção de compra da categoria ou de marcas. A monitoração da intenção de compra permitirá as empresas compreenderem quais os aspectos os consumidores mais valorizam na categoria, as percepções sobre cada marca e os influenciadores na decisão de compra. Os dados de intenção de compra nas redes sociais também serão cruzados com outros dados, como vendas, visitas ao ponto de venda etc.

7- Fim das barreiras on-line/off-line
Algumas agências já derrubaram as paredes entre seus departamentos on-line e off-line. A mudança gerará uma onda de aquisições de agências on-line e a contratação de profissionais desta área vai crescer pelas agências tradicionais. Mas o mais importante será a chegada das redes sociais aos pontos de venda físicos.

8-Agora somente com uma mão
Depois do touchscreen e o sucesso de smartphones e tablets, cada vez mais veremos dispositivos e ações com sensores de movimento. Desde aplicativos simples como web cam games, até ações mais sofisticadas utilizando tecnologias parecidas com o Kinect...


Com informações da Revista Exame 
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