domingo, 13 de junho de 2010

A hora e a vez da webcidadania


Depois da vitória de Barack Obama para a presidência dos EUA, cuja maioria de votos foi angariada pela Internet, finalmente as campanhas políticas no Brasil acordaram para o ptencial da web e já começam a montar equipes e estratégias para "fisgar" o voto na rede.  Simultaneamente, surgem iniciativas sem vínculo partidário, votladas para o cidadão que quer participar da vida pública e fiscalizar a classe política, de uma forma, digamos, cômoda e que se encaixe na sua rotina individualista, típica da sociedade pós-moderna.

Com o uso das novas ferramentas digitais o eixo da participação na vida pública se inverte: de simples receptores das mensagens de políticos e partidos, os cidadãos passam a ter voz ativa na organização de suas demandas. alguams iniciativas, são:

- Vote na Web
Permite se cadastrar para receber, por e-mail, informações sobre a tramitação da proposta de seu interesse - projetos apresentados na Câmara e no Senado.

- Execlências
O projeto Excelências, da Transparência Brasil, reúne o maior banco de dados sobre parlamentares em exercício no Brasil, nos três níveis de governo (União, Estados e municípios).

- Eleitor 2010
A ideia do Eleitor 2010 é transformar o cidadão em fiscal do pleito de outubro. Moderadores analisam os relatos enviados ao site - por e-mail, celular, Twitter ou na própria plataforma. Classificam as denúncias como confirmadas ou não confirmadas e registram a credibilidade das fontes (testemunha ou vítima, por exemplo) e a confiabilidade das informações.

-Cidade Democrática 
É uma rede social que une pessoas e causas, e não apenas pessoas. “No site não sou seu amigo, mas amigo de sua causa”, afirma o administrador Rodrigo Bandeira, idealizador do portal. O usuário se cadastra como cidadão, ONG, parlamentar, empresa. Pode criar propostas, apoiar outras, fazer comentários.

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