quarta-feira, 28 de novembro de 2007

E-commerce de olho nas classes baixas

Foi-se o tempo em que comprar pela Net era hábito restrito aos mais abastados – as classes A e B. Os varejistas on line perceberam que ‘pobres’ também navegam e compram pela Internet. E para a ampliação do lucro deles, começam a democratizar as lojas virtuais, tornando-se mais atraentre$, ace$$íveis à classe C – composta por pessoas com renda familiar inferior a dez salários mínimos (média de R$ 3.000).
Os fatores que fizeram o setor despertar foram: o aumento do poder aquisitivo da população de baixa renda, o crescimento do acesso à Internet com conexões em banda larga e a estimativa de comercializar 2007 máquinas (PC’s e notebooks) em 2007.
A fim de atrair esta fatia do mercado, são realizados altos investimentos em portais de vendas e adequação de lojas virtuais, para atender especificamente este público, centrando-se na comercialização de produtos diversos, no estilo loja de departamentos de consumo popular. Mas esbarram-se em problemas como a desconfiança na segurança das operações, o excesso de campos e informações nos cadastros a serem preeenchidos e a opção de pagamento quase sempre, em cartões de crédito.
Veja matéria sobre o tema no Portal Exame.

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